Palácio Nacional de Sintra
Este palácio é um autêntico livro em pedra de História de Portugal. Um livro com muitas memórias, muitas delas com os reis que aí fizeram as principais obras, D. João I e D. Manuel I, e outras que sabemos terem acontecido mas não existem certezas de datas. Aqui terá havido, por exemplo, um palácio dos governantes muçulamanos, os chamados wális. Al-Bacr referiu-se a ele quando fala dos "dois castelos" de Sintra. Mas o essencial do que conhecemos hoje, são construções mandadas construir pelos dois reis portugueses já referidos!
Outras informações importantes:

Sabias que...

... este é o único palácio real medieval que chegou até aos nossos dias?
Sabias que
O Paço Real de Sintra é, assim, o grande monumento que cresce na vila medieva e lhe centua o carácter
Vitor Serrão (1987)

O que nos diz este autor? Que grande parte do encanto da vila de Sintra se deve a este palácio medieval!

Mapa de localização



Ver mapa maior

Morada e contactos

Morada:
Palácio Nacional de Sintra
Largo Rainha Dona Amélia
2710-616 Sintra 

Telefone:
+351 219106840

Fax:
+351 219106851

E-mail:

Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar

Horário

Sítio na Web:
http://pnsintra.imc-ip.pt/

Horário

Horário: 

Aberto todos os dias das 9h30 às 17h30 (última entrada às 17h00 - Palácio; 17h15 - Jardins).

Encerrado à 4ª feira e seguintes feriados:
1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1 de Maio, 25 de Dezembro e excepcionalmente por ocasião de Cerimónias Oficiais.

Para preços consultar o sítio na web do Palácio.

Trabalhos EB 2,3 de Colares

Dois trabalhos feitos por alunos do 5º ano da EB 2.3 de Colares, do Agrupamento de Escolas Monte da Lua (ano letivo 2012/13), no âmbito da disciplina de História e Geografia de Portugal.

Trabalho 1

Oito páginas (clica em cada imagem para veres maior).

Autores: Maria Ferro, Maria Jesus, Matilde Vieira, Matilde Pires e Victória Silva | Professora: Sandra Mendes

Trabalho 2

Sete páginas (clica em cada imagem para veres maior).

Autora: Zoé Peres van Bendegem| Professora: Sandra Mendes
Vista do palácio{
Para os meus pais e professores
lerem comigo
Excerto de texto sobre o palácio da autoria de ana Maria de Arez Romão e Brito Correia, retirado da publicação "Palácio Nacional de Sintra" (1994):

Parte 1

O antigo Paço Real domina visualmente, desse há séculos, a Vila de Sintra, tendo-se criado entre os dois tão estreita relação que é conhecido por Palácio da Vila. As construções que hoje vemos, situadas no local designado por Chão de oliva, assentam muito provavelmente nas fundações da antiga residência dos walis muçulmanos.

(…)

Construído entre a planície e a serra, o Paço causa no visitante uma enorme e agradável surpresa, qualquer que seja o seu lugar de observação.

(…)

Parte 2

Se nos restam dúvidas quanto à datação das primeiras construções, cert é, porém, que em 1281 o Rei D. Dinis lembra num documento aos mouros forros de Colares, vila vizinha de Sintra, a sua obrigação de renovarem e restaurarem as casas reais, segundo a tradição, referindo mesmo os "mea palácio de oliva". Sabendo-se nós que o nome antigo dado ao centro da vila velha era Chão de Oliva, conclui-se que já existia um palácio anteriormente a D. Dinis (1279-1325), mas o problema da data de construção continua ainda por resolver. Desde os inícios da nacionalidade portuguesa que a velha alcáçova pertenceu sempre à coroa portuguesa, exceptuando um curto período de tempo, em 1385, em que foi doada ao conde D. Henrique Manuel de Vilhena. Após a crise de 1383-85, o Paço volta à posse da coroa e D. João I irá empreender grandes obras, muito provavelmente concebidas pelo seu arquitecto, mestre Garcia de Toledo, artista mudéjar que teria levantado o corpo central e as chaminés cónicas.

(…)

Se o Palácio já era notável com o seu carácter gótico-mudéjar, o rei D. Manuel I vai mandar implantar no ponto mais ocidental (…), uma torre com a Sala de D. Afonso V e com a Sala dos Brasões, ou das Armas, bem como uma importante ala, a ala manuelina, situada no ponto mais oriental. Nestas duas edificações poderemos observar o gosto manuelino em construções civis das quais poucas perduram.
A segunda metade do século XVI vê aparecer uma construção de forte inspiração italiana na escada de caracol que conduz à Sala dos Archeiros, bem como nas colunas do eirado da Sala de D. Manuel I e do eirado da Sala dos Cisnes.
Assim, com as obras dos séculos XIV, XV e XVI, ficam definidas as mis importantes construções do Paço, no qual se conjugaram harmoniosamente o gosto gótico-mourisco, o manuelino e o italianizante.

 
Se encontrares algum erro nesta página ou se tiveres mais alguma informação, contacta-nos.
Também podes contribuir com a tua criatividade: envia-nos os teus textos e/ou ilustrações! Vê como aqui.