Igreja de São Martinho
Esta igreja, consagrada a São Martinho, está localizada em pleno Centro Histórico de Sintra e foi muito destruída pelo terramoto de 1755, pouco restando da estrutura inicial.
Informações relacionadas:


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"Igreja de S. Martinho Sede paroquial, esta igreja foi arrasada pelo terramoto de 1755 e reconstruída e descaracterizada em fins do século XVIII.

Resta apenas, da primitiva, a estrutura gótica da capela-mor, visível do exterior, incluindo a lápide trecentista de Margarida Fernandes e três tábuas de pintura portuguesa de meados do século XVI - "S. Martinho e o pobre", "S. Pedro" e "St.º António" - atribuídos ao Mestre de S. Quintino".

Texto incluído no sítio na Web oficial da Câmara Municipal de Sintra, AQUI.

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Para os meus pais e professores
lerem comigo

Contactos da igreja e dois textos de "Sintra Património da Humanidade", publicação da Câmara Municipal de Sintra que serviu de proposta a Património Mundial desta vila, 1995:

Contactos

Morada:
Situada no Centro Histórico
Pç da República
2710-616 Sintra

Telefone e Fax:
21 923 12 27

Texto 1

Memória descritiva

A Igreja Paroquial de Sintra, templo de muito provável origem romano-gótica constitui, hoje, um bom exemplar de arquitectura cio século XVIII, bem implantado no terreno e detentor de uma austera frontaria tarde-setecentista provida de galilé.

Do seu acervo, destacam-se três excelentes pinturas quinhentistas alusivas à vida de São Martinho de Dume, que decoram as paredes da nave, as quais, decerto, integrariam o primitivo retábulo-mor de meados do século XVI.

A Matriz preserva ainda uma boa colecção de imaginária setecentista, de pratas e de paramentos, para além dos belos vestígios estruturais trecentistas (panos cegos da abside contrafortada, lápide gótica de Margarida Fernandes (1334) e inúmeras siglas de canteiro).

Texto 2

Memória histórica

Apenas podemos falar da Igreja Paroquial de São Martinho a partir de 1283, ano em que lhe são ordenados e concedidos estatutos, os quais, no entanto, somente em 1306 tiveram aprovação.

Estabeleceu-se, deste modo, todos os seus regulamentos e propriedades (destacando-se, dentre elas, as ermidas de São Romão de Lourel; e de São Mamede de Janas).

Com o correr dos tempos a Matriz de Sintra e sede da Real Colegiada de São Martinho, terá sido alvo de diversas campanhas de restauro e beneficiação, realçando-se a levada a cabo durante o reinado de D. Manuel I.

Muito mais tarde, já no século XVIII, temos notícia da construção de uma capela dedicada a Nossa Senhora dos Desamparados, acoplada à Matriz e edificada a partir de inícios de 1755, ano em que tudo é arrasado completamente pelo violento sismo de 1 de Novembro. Concluídos os trabalhos de reconstrução apenas em 1 773, a actual arquitectura desta igreja não é mais do que o resultado da sua fábrica setecentista.
 
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