Artur Anjos Teixeira
Artur Anjos Teixeira é um dos escultores mais importantes portugueses do século XX. Estudou em Paris, onde também chegou a expor as suas obras ao lado de grandes artistas do seu tempo, ou mesmo, o grande Mestre Rodin.
Outras informações importantes:

Sabias que...

... este escultor desenhava os ratinhos na sua casa sem os incomodar?
Sabias que
Artur Anjos Teixeira
Para os meus pais e professores
lerem comigo
Cronologia da vida de Artur Anjos Teixeira (retirada da exposição permanente no Museu Anjos Teixeira):

1880-1906

1880 – Nasceu em Lisboa a 18 de Julho, de seu nome completo, Artur Gaspar dos Anjos Teixeira.

1894 – Entrou para a Academia Real das Belas-Artes de Lisboa, com o apoio de sua mãe. Foi aluno do Mestre Simões d’ Almeida, que o reprovou no 2.º ano do Curso, não pela falta de qualidades, mas sim pela sua imaturidade.

1906 – Anjos Teixeira concluiu o Curso com a alta classificação de 18 valores e foi estagiar para o ateliê do Escultor Costa Mota. Adquirida a sua personalidade artística, tomou parte no Concurso de Estátuas de Santos para o então projectado templo dedicado à Imaculada Conceição e, em três maquetas, obteve dois Primeiros Prémios e um Segundo.

1907-35


1907 – Terminado o Curso, partiu para Paris, onde viveu e estudou como bolsista do Legado Valmor, na companhia do seu amigo e pintor Ricardo Ruivo. Honrou a concessão do Legado e a Arte Portuguesa em França.

1908 – Expôs, no Salon de Paris, com invulgar prestígio, o seu primeiro trabalho ‘Fauno e Ninfa’ que figurou em plinto próprio e exposto em lugar de evidência. Esta obra encontra-se exposta no Museu de Arte Contemporânea, em Lisboa. Datam deste período as estatuetas de ‘Pipon’, ‘Estudante e Grisette’, a risonha ‘Volta do Campo’ e os ‘Inválidos’. Expôs de seguida o busto do escritor ‘Aquilino Ribeiro’, que figurava ao lado dos trabalhos de Rodin. Terminada a pensão de ano e meio, permaneceu em França mais seis anos com a sua família (a sua mulher e o seu filho Pedro Augusto). Alcançou o 1.º Prémio no Concurso Público para o ‘Monumento a Camões’, destinado a erigir-se em Paris.

1914 – Regressou a Portugal  devido ao início da I Grande Guerra.

1915 – Expôs nas Colectivas da Sociedade Nacional de Belas-Artes, tendo alcançado os Primeiros Lugares.

1922 – Esteve representado na Exposição do Rio de Janeiro, tendo obtido as Primeiras Medalhas.

1923 – Recebeu a Primeira Medalha em Escultura da Sociedade Nacional de Belas-Artes.

1932-1933 – Expôs no Salão do Estoril, obtendo uma Medalha de Honra.

1935 – Artur Anjos Teixeira faleceu aos 54 anos.

1936-37

1936 – Foi-lhe dedicada uma Exposição de Homenagem em Lisboa, em jeito de In Memoriam, organizada por amigos do grande Mestre da Estatuária Portuguesa, alguns dos quais seus antigos discípulos na Escola de Belas-Artes de Lisboa.

1937 – Esteve representado na I Exposição Retrospectiva de Arte Portuguesa (1988-1933), em Lisboa.

Artur Anjos Teixeira foi um artista admirado e um amado amigo. Prova disso são as sentidas palavras que lhe dedica Aquilino Ribeiro.

 
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