Alfredo Keil
Alfredo Keil é hoje lembrado, muitas vezes, por ser o autor da música do Hino do nosso país, "A Portuguesa". Mas este ilustre português foi também um pintor muito apreciado, poeta e arqueólogo! A sua ligação ao nosso concelho deve-se ao facto de ter morado na Praia das Maçãs.
Outras informações importantes:

Sabias que...

... existe uma obra de arte da autoria de Alfredo Keil na Colecção Municipal de Arte?

Esta colecção junta as pinturas, esculturas, desenhos, fotografias e outras obras de arte da Câmara Municipal de Sintra. O quadro a que nos referimos é uma pintura a óleo que retrata o interior do Convento do Carmo, em Colares. A este tipo de interior dos edifícios, com varandas ou varandins, chamamos claustros. É por isso que o quadro se chama "Claustro do Convento de Colares". Tens AQUI uma ligação para a ficha desta pintura. Queres conhecê-la?
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Alfredo Keil - visto por alunos do Concelho

Três trabalhos feitos por alunos do 6º ano da EB 2.3 de Colares, do Agrupamento de Escolas Monte da Lua (ano letivo 2012/13), no âmbito da disciplina de História e Geografia de Portugal; professora: Sandra Mendes.

Clica nos nome dos autores para veres o respetivo trabalho:


Diogo Firmino, Diogo Lopes, Diogo Nogueira, Joaquim e Juan



Dezassete páginas (clica em cada imagem para veres maior).


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Francisca Silva, Joana Nunes, Raquel Costa e Wendy Nogueira



Dez páginas (clica em cada imagem para veres maior).


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Ana Camilo, Inês Barbosa e Madalena Sousa



Cinco páginas (clica em cada imagem para veres maior).


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Para os meus pais e professores
lerem comigo
A biografia que se segue está inclusa no sítio na Web: 

http://www.jokerartgallery.com/fotos/pin/keil/keil.php


Parte 1

Nasceu em Lisboa em 1851 e morreu em Hamburgo (Alemanha) em 1907.

A sua educação básica se deu igualmente na Alemanha, berço do romantismo. Esta foi, talvez, uma das razões pelas quais o artista seguia a reboque das novas tendências, já estabelecidas na Europa, inclusive em Portugal.

Pintor do Romantismo, numa época em que a arte mundial ia em direcção do realismo. Músico e compositor lírico, escritor e poeta, Keil não era um pintor de tempo integral, embora também não fosse um artista de fins-de-semana, pois pintava regularmente e deixou centenas de quadros com impressão fina e delicada, de excelente qualidade


Parte 2

Era um pintor de paisagens, mas também de interiores requintados, como o quadro Leitura de uma Carta, trazido a público em 1874 e recebido com entusiasmo, tanto pela aristocracia ainda dominante, como pelos burgueses endinheirados, a quem a arte singela do romantismo sensibilizava mais fortemente.

O seu trabalho encontrou e conquistou um apreciável segmento do mercado. Em 1890, realizou uma exposição individual em Lisboa, bastante concorrida, na qual expôs cerca de trezentos quadros. Foi a consagração em seu país, após o reconhecimento que lhe fora dado por outros países.

Parte 3

Em 1878, inscreveu-se na Exposição Internacional de Paris; em 1879, esteve no Brasil, expondo no Salão Nacional de Bellas-Artes, onde conquistou medalha de ouro; em 1886, participou da Exposição de Madrid, recebendo a Condecoração da Ordem de Carlos III de Espanha.

Em Portugal, sua presença como pintor foi ofuscada pelo brilhantismo com que se destacou na música e na poesia. Foi na música, sobretudo, que ele obteve seu maior sucesso, havendo composto o hino pátrio A Portuguesa, num momento em que Portugal mantinha sério confronto com a Inglaterra. A sua mais conhecida composição, todavia, foi a Marcha Fúnebre. E, entre os livros de poesia que publicou, destaca-se Tojos e rosmaninhos (poesias, 1908).


Centenário

A Câmara Municipal de Sintra organizou, em  2007, nas Caves Visconde Salreu, em Colares, uma grande exposição comemorativa do centenário do nascimento de Alfredo Keil. Esta exposição partilhou com o público documentos, fotografias e obras de arte do espólio da família Keil, a que se juntaram peças oriundas de diversas instituições.

Exposiçao 100 anos

 
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